Marconi Perillo já vetou projetos importantes e de apelo popular para Goiás

O candidato ao Senado Marconi Perillo durante os anos no Governo de Goiás vetou vários projetos importantes e de grande apelo popular.

Dentre todos os vetos se destacam o veto que poderia acabar com o horário de verão Goiás, o veto que impediria que veículos com IPVA atrasado fossem apreendidos, e o veto para criação de várias outras escolas militares em Goiás.

Todos estes projetos citados foram aprovados na Assembléia Legislativa de Goiás (Alego) e foi para o então Governador de Goiás Marconi Perillo sancionar, ele vetou todos.

Veto ao fim do Horário de Verão em Goiás

Em abril de 2017 o então governador Marconi Perillo vetou integralmente o projeto de Lei que colocava fim no Horário de Verão em Goiás. O projeto é de autoria do Deputado Luiz César Bueno (PT), que na época alegou que a população e as atividades econômicas das cidades sofrem diversas consequências. Segundo o governo a inclusão do estado no horário de verão está dentro de uma legislação federal, dessa forma o estado não pode decidir a mudança.

Veto ao projeto de Lei que impedia veículos com IPVA atrasado fossem apreendidos

Proposto pelo Deputado Henrique Arantes o projeto de Lei que impedia a apreensão de veículos com IPVA atrasado foi aprovado pela Assembléia em 2017, mas foi vetado pelo então governador Marconi Perillo. O parlamentar autor do projeto disse, que a apreensão de veículos atrasados era absurda, pois retira a posse e interfere na propriedade sem que seja assegurada a ampla defesa do proprietário.

Na época o governo disse que a retenção de veículos não se dá pelo simples fato do pagamento estar atrasadoo, e sim pelo fato do veículo não ter sido relicenciado.

Veto a criação de mais Escolas Militares em Goiás

Em Goiás existem aproximadamente 40 Escolas Militares espalhadas pelo estado, mas esse número poderia ser bem maior se o então governador não tivesse vetado a criação de várias outras unidades em Goiás. Aprovado pela Assembléia o então governador vetou a criação de Escolas Militares em Silvania, Morrinhos, São Miguel do Araguaia e Caiapônia.

Na época o governo alegou o aumento excessivo de despesa para justificar o veto.

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